Bem-vindo

Caros amigos,
O site do vinho Negreiros ( www.negreirostinto.com ) foi completamente remodelado e uma das coisas que pedi à web- designer Patrícia Rodrigues (think(out)) foi que me ensinasse a mexer naquilo. Portanto, o site - antes estático - tem agora um capítulo chamado "Ultimas", onde passarei a pôr o que antes punha neste blog, cuja tendência, portanto, é ficar desactualizado. Espero que não se zanguem - e que até gostem da mudança.
Saúde!
Mário Negreiros

Welcome

Dear friends,
The site of Negreiros wine (www.negreirostinto.com) has been completely remodeled and one of the things I asked the web-designer Patricia Rodrigues (think (out)) was to teach me how to manage it. So, the site - before static - now has a chapter called "Latest", where I will post the things I used to put on this blog, whose tendency is therefore to be outdated. I hope you do not get angry - and even like the change.
Cheers!
Mario Negreiros

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O Negreiros no Jornal de Negócios

Fernando Sobral deu-nos 4 das 5 estrelas que tinha.
Não consegui pôr o artigo em PDF mas o texto (sempre saboroso) é o que se segue:

Premium
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Vinho
Uma tentação do Douro
“Negreiros”Tinto, Douro Superior www.negreirostinto.com
FERNANDO SOBRAL fsobral@negocios.pt
O Douro Superior continua a ser território de vinhos acima da média. E, no meio dos grandes produtores, surgem verdadeiros nómadas que vão refinando o seu talento e gosto, criando pequenas produções que buscam consumidores atentos.
Um desses recentes casos é o Negreiros(de Joaquim Trigo de Negreiros e Mário Negreiros), que surge em forma de tinto, feito na adega da Quinta das Amendoeiras, na margem norte do Douro Superior. É um “terroir” tentador: cerca de 10ha de vinha em solo de xisto, com exposição preponderante a sul. O resultado é um vinho feito com cerca de 20% Touriga Nacional, 15% Touriga Franca, 15% Tinta Roriz e 50% o que os responsáveis gostam de designar como “Vinha Velha” (ou seja, que ao modo dos antigos, foi plantada com as castas tradicionais do Douro à mistura). A produção é, pois, diminuta, sendo reservados cerca de 10 mil litros para a marca Negreiros.
É notória a qualidade do trabalho de João Brito e Cunha (que, recorde-se, foi o primeiro enólogo dos Lavradores de Feitoria, tendo mostrado toda a sua valia com o MC&BC, feito em parceria com a Maria Emília Campos), até porque ele sabe o que faz. Tem-se especializado no trabalho no Douro Superior, não divergindo atenções para outras áreas, o que o tornou um verdadeiro “expert” na zona.
Este vinho Negreiros faz parte de um projecto que começou a desenhar-se de forma mais concreta após a restauração da adega, feita pelo arquitecto Paulo Viana. Preservando a memória do local, a adega foi reforçada com equipamento moderno de fermentação, controlo de temperatura e dois lagares. Grande parte da produção utiliza ainda lagares de granito. Uma das características deste vinho, que denota um aroma intenso e que aparenta boa estrutura, é que devido à sua pequena produção está apenas disponível em algumas garrafeiras especializadas e em restaurantes. As encomendas podem ser feitas através do blog(http://negreirosvinho/.blogspot.com). Na volta podem provar um tinto muito estimulante do Douro.

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