Bem-vindo

Caros amigos,
O site do vinho Negreiros ( www.negreirostinto.com ) foi completamente remodelado e uma das coisas que pedi à web- designer Patrícia Rodrigues (think(out)) foi que me ensinasse a mexer naquilo. Portanto, o site - antes estático - tem agora um capítulo chamado "Ultimas", onde passarei a pôr o que antes punha neste blog, cuja tendência, portanto, é ficar desactualizado. Espero que não se zanguem - e que até gostem da mudança.
Saúde!
Mário Negreiros

Welcome

Dear friends,
The site of Negreiros wine (www.negreirostinto.com) has been completely remodeled and one of the things I asked the web-designer Patricia Rodrigues (think (out)) was to teach me how to manage it. So, the site - before static - now has a chapter called "Latest", where I will post the things I used to put on this blog, whose tendency is therefore to be outdated. I hope you do not get angry - and even like the change.
Cheers!
Mario Negreiros

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Pecar com Negreiros

A partir de agora já se pode cair em tentação no Restaurante Pecados Ibéricos (http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=empresas.ver&sid=18035&li=empresas) com a absolvição plenária de um Negreiros 2005.
As primeiras caixas foram entregues hoje.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

16

Foi a nota que o blog Saca-a-rolha (http://saca-a-rolha.blogspot.com/) atribuiu ao Negreiros 2007.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Das Amendoeiras


Por alguma razão chama-se "das Amendoeiras" a Quinta onde se faz o Negreiros

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Para não chorar - ou chorar menos - o vinho derramado

Kristine Bjaadal é a designer norueguesa que inventou a Underfull -uma toalha de mesa que torna as manchas de vinho derramado em desenhos decorativos.
Quando chegar ao mercado (por enquanto, só há protótipos) será uma bela prenda para os amigos desastrados... ou para os amigos dos amigos desastrados.
Veja como funciona aqui:
Underfull - the tablecloth that turns spilling into poetry
vimeo.com
Tablecloth prototype, designed by Kristine Bjaadal.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O Negreiros no restaurante Gemelli


As criações do chef Augusto Gemelli (http://www.augustogemelli.com/ ) já podem ser acompanhadas por um Negreiros 2005.
As primeiras caixas foram entregues hoje.
Bom apetite!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O Negreiros no Jornal de Negócios

Fernando Sobral deu-nos 4 das 5 estrelas que tinha.
Não consegui pôr o artigo em PDF mas o texto (sempre saboroso) é o que se segue:

Premium
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Vinho
Uma tentação do Douro
“Negreiros”Tinto, Douro Superior www.negreirostinto.com
FERNANDO SOBRAL fsobral@negocios.pt
O Douro Superior continua a ser território de vinhos acima da média. E, no meio dos grandes produtores, surgem verdadeiros nómadas que vão refinando o seu talento e gosto, criando pequenas produções que buscam consumidores atentos.
Um desses recentes casos é o Negreiros(de Joaquim Trigo de Negreiros e Mário Negreiros), que surge em forma de tinto, feito na adega da Quinta das Amendoeiras, na margem norte do Douro Superior. É um “terroir” tentador: cerca de 10ha de vinha em solo de xisto, com exposição preponderante a sul. O resultado é um vinho feito com cerca de 20% Touriga Nacional, 15% Touriga Franca, 15% Tinta Roriz e 50% o que os responsáveis gostam de designar como “Vinha Velha” (ou seja, que ao modo dos antigos, foi plantada com as castas tradicionais do Douro à mistura). A produção é, pois, diminuta, sendo reservados cerca de 10 mil litros para a marca Negreiros.
É notória a qualidade do trabalho de João Brito e Cunha (que, recorde-se, foi o primeiro enólogo dos Lavradores de Feitoria, tendo mostrado toda a sua valia com o MC&BC, feito em parceria com a Maria Emília Campos), até porque ele sabe o que faz. Tem-se especializado no trabalho no Douro Superior, não divergindo atenções para outras áreas, o que o tornou um verdadeiro “expert” na zona.
Este vinho Negreiros faz parte de um projecto que começou a desenhar-se de forma mais concreta após a restauração da adega, feita pelo arquitecto Paulo Viana. Preservando a memória do local, a adega foi reforçada com equipamento moderno de fermentação, controlo de temperatura e dois lagares. Grande parte da produção utiliza ainda lagares de granito. Uma das características deste vinho, que denota um aroma intenso e que aparenta boa estrutura, é que devido à sua pequena produção está apenas disponível em algumas garrafeiras especializadas e em restaurantes. As encomendas podem ser feitas através do blog(http://negreirosvinho/.blogspot.com). Na volta podem provar um tinto muito estimulante do Douro.

O que o vinho mais detesta

Há muitas coisas de que o vinho não gosta.
O vinho não gosta de grandes variações de temperatura, de demasiada humidade ou de luz em demasia.
O vinho detesta violência.
Mas o pior que se pode fazer a um vinho é deixá-lo na garrafa quando tudo (nós e o momento) o quer num copo - tudo menos o maldito saca-rolhas, que, vendo-se esvaziado do seu protagonismo, fez-se esquecer numa gaveta.
Mas para tudo há solução. E, entre ficar na garrafa e ir para o copo, embora com alguma (moderada, mesmo cuidadosa) violência, a escolha do vinho é óbvia.
Veja-se em http://www.youtube.com/watch?v=Cq7DBjCzSuE

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Os Negreiros 2005 e 2007 no blog Pingamor (Miguel Pereira)

sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

Negreiros tinto 2005
Uma história como muitas outras no Douro. Uma Quinta pertencente a uma familia que produz vinho generoso e que depois o vende às grandes empresas de Vinho do Porto, neste caso, à Cockburn's.
É na Quinta das Amendoeiras o quartel general dos vinhos Negreiros. Desde os meados do século passado nas mãos da familia, o caminho foi engarrafar o vinho produzido. Para isso remodelaram a adega e no ano de 2004 arrancaram para marca própria.
Começaram a fazer vinhos com a enologia de Anselmo Mendes, situação que foi alterada após as duas primeiras colheitas, passando a ser dirigida em 2007 por João Brito e Cunha.
Vão ser provadas as duas colheitas que estão no mercado, 2005 e 2007, dois anos diferentes, dois enólogos diferentes.
Começo pela colheita de 2005. Um vinho feito com castas tradicionais do Douro, assim como Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca e Touriga Nacional. Estagiou durantes 15 meses em barricas de carvalho francês.
Tem uma cor granada com boa concentração.
Aroma com boa intensidade, que começa por nos dar algumas notas licorosas e achocolatadas. Depois o aroma leva-nos para um ambiente mais duro, mais rústico, com notas de vegetal seco. Continuamos com flores e fruta, que nos faz lembrar cerejas e framboesas.
Boca com bom corpo e uma boa acidez e com os taninos a transmitir alguma (boa) secura. A fruta aparece elegante com cerejas e groselhas, que domina praticamente o palato. Final longo e com boa frescura.
Gostei deste vinho. Tem perfil clássico, com a fruta e as notas vegetais mais austeras dos vinhos da região. Tem um sentido altamente grastronómico. Não é um vinho de provas mas sim para a mesa.
Nota: 15,5.

domingo, 14 de Fevereiro de 2010

Negreiros tinto 2007
Depois de ter provado o 2005, deixo a prova do 2007. Um vinho feito com Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca e que estagiou 10 meses em barricas de carvalho francês. Primeiro vinho com a enologia de João Brito e Cunha.
Tem uma cor muito escura, compacta.
Aroma intenso, com muitas notas minerais e de chocolate preto amargo, cacau e baunilha. Em ambiente fumado aparecem as notas frutadas e que nos lembram framboesas, ginjas e groselhas.
Boca encorpada e com uma bela acidez. Muito boa conjugação de sabores, onde a fruta aparece elegante e com a companhia de baunilha, cacau e notas minerais. Final longo e compacto.
Na minha opinião, é um vinho claramente superior à colheita de 2005. Um passo à frente na qualidade, pois passa de um vinho com perfil muito regional, muito fechado e egoísta, para um vinho que, apesar de a marca da casa estar lá e o perfil esteja bem marcado, está mais solto, mais complexo e agradável de provar. Um belo vinho, ainda com vida pela frente.
Nota: 16,5.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Os meus primeiros 500


Prezo a amizade como um dos principais patrimónios a construir numa vida. E não acredito que haja coração capaz de guardar mais do que, digamos, 15 amigos dignos desse nome. Nessa perspectiva, não me agrada a banalização da palavra “amigo” no Facebook. Melhor seria chamá-los de parceiros, o que já não é pouco, na medida em que pressupõe interesse mútuo, confiança, solidariedade, compreensão, boa-fé – uma série de valores nobilíssimos e inerentes, também, a uma amizade.
Isto tudo porque, no dia 25, pus o vinho Negreiros no Facebook e, uma semana depois, já contava 500 parceiros – gente que demonstrou algum (e tenho consciência de que nesse “algum” cabe uma variação enorme de intensidade) interesse no que fazemos.
É aí que entra outro valor importante: a gratidão. Serve este para manifestar a minha real e genuína gratidão a cada uma das já mais de 500 pessoas que se tornaram, através do Facebook, parceiras do nosso projecto, e, muito especialmente, às que, a partir do Facebook, passaram a seguir o blog do Negreiros.
Essa gratidão alimenta a minha vontade de contribuir tanto quanto possível para enriquecer o blog e os posts do Facebook (em que sou neófito – ainda não percebi como usar muitas das suas funcionalidades) mas, acima de tudo, de me esmerar no vinho, nele próprio, até porque, como já o fez notar Vinicius de Moraes, “não há notícias de alguma grande amizade nascida numa leitaria”.
Obrigado!
Mário Negreiros